ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Foto: Alejandro Azcuy

Embora houvesse honras militares, protocolo, como convém à hierarquia da visita e à ocasião, a presença na Nicarágua do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para assistir à posse do presidente reeleito comandante Daniel Ortega, superou toda formalidade com a fraternidade histórica dos povos que ambos representam.

Em sua chegada em 10 de janeiro, Díaz-Canel dedicou «um abraço à Nicarágua», chamando-a de país irmão, um país amigo, um povo que conhecemos, e declarou-se feliz por estar de volta, e na Praça da Revolução Sandinista que o abraço tomou forma no encontro dos dois líderes, um gesto simbólico que foi aplaudido pelos presentes na cerimônia de juramento.

A proximidade entre Cuba e a Nicarágua foi confirmada no início do dia quando o chefe de Estado antilhano falou com os cubanos que moram no país centro-americano, os quais garantiu que «fazem parte da pátria», e quando recebeu uma representação de amigos solidários naquela nação.

Ambos os países compartilham o mesmo conceito de pátria e sua defesa intransigente, em sua lealdade às revoluções e resistência heroica aos mesmos inimigos, e seus princípios são as principais razões de sua irmandade.