
Uma doação da República Bolivariana da Venezuela prevê a instalação de modernas usinas de processamento de oxigênio médico, utilizando tecnologia chinesa, em mais de 40 hospitais do país.
Maricel Hernández Torres, chefa do Departamento de Investimentos da Direção Provincial de Saúde de Camaguey — onde está sendo instalada e comissionada uma destas usinas, no hospital universitário Manuel Ascunce Domenech; uma já está em funcionamento no hospital militar Octavio de la Concepción y de la Pedraja — explicou que estes têm uma capacidade de processamento de 30 metros cúbicos.
Têm uma área de enchimento com a possibilidade de entregar seis cilindros por hora, além de trabalhar em regime contínuo, quando possível, através das redes de gás dos centros hospitalares. É assim que o oxigênio médico geralmente chega aos serviços prioritários (enfermarias de cirurgia e unidades de cuidados intensivos e intermediários), enquanto os cilindros são usados para cobrir a demanda dos pacientes no resto das enfermarias.
«Esta é uma contribuição valiosa para conseguir maior autonomia e estabilidade no fornecimento de oxigênio, e ter um inventário adequado de cilindros para qualquer situação de emergência, como foi o caso durante a pandemia Covid-19», disse Hernández Torres.







