
Os cubanos motraram, em 25 de maio, suas fortalezas parlamentares, aquelas que permitem que o povo se sinta no poder por meio de seus representantes. Assim, a nação recebeu uma Lei de Comunicação Social, a primeira proposta legal sobre esse assunto a ser promovida no país, inspirada no legado do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz, o grande comunicador da Revolução, com seu dom de ouvir, entender e sempre prestar contas ao povo.
Na presença do líder da Revolução Cubana, general-de-exército Raúl Castro Ruz, a 2asessão extraordinária da Assembleia Nacional do Poder Popular (ANPP) em sua 10ª Legislatura, liderada por seu presidente, Esteban Lazo Hernández, ouviu as reflexões sobre a nova lei feitas pelo primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
Antes de submetê-la à aprovação, o chefe de Estado disse que o que somos chamados a aprovar é, fundamentalmente, o design de um marco de possibilidades que tem como fim o desenvolvimento do sistema de comunicação social em Cuba, que também concebemos como um pilar do Governo. Afirmou que deve continuar sendo articulado e desenvolvido, e incluir aspectos relacionados à comunicação institucional e comunitária.
«Entre os desafios, estão as concepções e a interpretação da comunicação na esfera digital e sua integração com o restante do sistema», disse.E acrescentou a importância de reconhecer e acrescentar o papel das pessoas nas esferas organizacional e midiática.
Na sessão, o vice-primeiro-ministro e ministro da Economia e Planejamento, Alejandro Gil Fernández, analisou os principais problemas existentes hoje e se concentrou nos preços, que descreveu como o ponto mais crítico na luta contra a inflação, sobre a qual disse: «o caminho a seguir é mais produção e, dentro dela, a produção agrícola, para aumentar a oferta de alimentos, que é onde se concentra a maior inflação».
Sobre essa e outras questões, o presidente da ANPP, Esteban Lazo, enfatizou que é preciso agir nos bairros. Disse que é lá que estão os problemas e é lá que eles devem ser resolvidos, com a participação e o controle das pessoas, a fim de transformar a situação atual.
Os deputados também ouviram um discurso detalhado do ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, sobre o bloqueio e como é responsável pelos problemas que Cuba enfrenta. Também foram aprovados o calendário legislativo, as comissões de trabalho da APP e seus grupos parlamentares.







