«A África é uma parte essencial da nossa história, e é por isso que nunca hesitamos em estender nossa solidariedade altruísta às nossas nações irmãs africanas», disse o vice-presidente cubano Salvador Valdés Mesa, na cerimônia do Dia da África, realizada na tarde de quinta-feira, 8 de junho, no Palácio da Revolução.
Na comemoração, liderada pelo primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, o vice-presidente reafirmou que os laços fraternos com a África são parte de nossa identidade, com base em profundas raízes culturais e históricas.
Disse que o dia 25 de maio tem um significado especial este ano, devido ao 60º aniversário da fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), da qual a União Africana (UA) é herdeira.
Evocou Fidel, os combatentes cubanos que ajudaram na independência, os médicos internacionalistas, enfermeiros, professores, engenheiros, técnicos esportivos e outras especialidades, e descreveu as relações estreitas entre a Ilha e a África como indestrutíveis.
Diante dos chefes de missão e membros do corpo diplomático africano acreditado em Cuba, que assistiram à homenagem, em 8 de junho, Valdés Mesa agradeceu à União Africana por sua posição sólida contra o bloqueio dos EUA ao nosso arquipélago.
Também estiveram presentes o membro do Bureau Político e presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo Hernández, além de líderes de várias organizações e instituições cubanas, colaboradores da área da saúde que prestaram serviços na África e estudantes de medicina de vários desses países.
O Ex.mo sr. Nasser Mohamed Ousbo, embaixador extraordinário e plenipotenciário da República do Djibuti e Decano do corpo diplomático africano acreditado em Havana, falou de gratidão e amizade em nome dos irmãos africanos.
«A Áfricacontinuará fazendo com que sua voz seja ouvida em favor da justiça e das liberdades, e em favor do respeito à soberania diante dos ditames hegemônicos deste mundo unipolar. Manifesto a esperança de que a luta do povo cubano, reforçada pelos movimentos de solidariedade das nações livres, acelere o levantamento do bloqueio, exercendo maior pressão sobre as forças políticas, econômicas e diplomáticas», concluiu.
As relações políticas entre Cuba e África, que surgiram do próprio triunfo da Revolução Cubana, estão hoje assentadas em bases muito sólidas e com o compromisso total de continuar trabalhando juntos, com respeito e admiração, para fortalecer a irmandade que nos une.







