
Cuba, por defender sua independência, sua soberania, sua dignidade e por escolher o caminho decidido por seu povo, de forma livre e democrática, «sofre há décadas as consequências de atos terroristas, com um saldo de 3.478 mortos e 2.099 deficientes», conforme denunciou na ONU o primeiro vice-ministro das Relações Exteriores, Gerardo Peñalver.
Em 24 de setembro, a embaixada cubana em Washington D.C. foi atacada com dois coquetéis molotov. O agressor não se escondeu, ele os jogou a partir da rua. O mesmo havia acontecido em abril de 2020, quando um indivíduo disparou 32 projéteis de um rifle semiautomático contra a embaixada.
Amanhã, 6 de outubro, será lembrado outro ato brutal infame, quando, em 1976, inimigos da Revolução explodiram um avião da Cubana de Aviación, em pleno voo, na costa de Barbados, matando 73 pessoas.
Documentos desclassificados pelo próprio Departamento de Estado dos EUA mostram que as agências de inteligência dos EUA sabiam que o terrorista cubano Orlando Bosch estava planejando o ataque. No entanto, não o impediram.
Os Estados Unidos forneceram proteção a ele e a seu chefe, Luis Posada Carriles.
Se não fosse pela coragem e pelo compromisso de Fidel com a humanidade, em 2000 o próprio Posada Carriles teria assassinado centenas de pessoas quando tentou matar o Comandante-em-chefe com explosivos no auditório da Universidade do Panamá. A denúncia levou o terrorista à prisão, mas foi perdoado pela então presidente panamenha.
«Atos dessa natureza não podem ser tolerados com impunidade, por isso a comunidade internacional e as Nações Unidas devem expressar sua mais firme rejeição a essas ações», disse Peñalver na ONU.
Quem patrocina o terrorismo? É imoral que Cuba esteja na lista arbitrariamente elaborada pelo governo dos EUA.
Em Barbados, em frente ao monumento aos mártires que estavam naquele avião, em dezembro do ano passado, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, declarou: «Cuba só pode estar na lista, se ela existir, das vítimas do terrorismo».







