Enfática gratidão por sua visita oficial à Ilha maior das Antilhas, e umas cálidas boas-vindas transmitiu, na segunda-feira. 18 de dezembro, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Reverendo Dr. Jerry Pillay.
No Palácio das Convenções, na capital, o chefe de Estado conversou com o importante líder religioso, ao qual disse que o encontro é muito significativo, porque dá continuidade a outros, incluído o que teve lugar, recentemente, em Nova York. «É uma expressão de todo o apoio, de toda a sensibilidade que vocês têm sobre as problemáticas do povo cubano», valorizou.
Como um «fato que nos dá força, nos da energia, e nos permite que vejam em sua verdadeira magnitude todas as problemáticas que temos», qualificou o presidente cubano esta visita que se produz, sublinhou, em um momento de complexidades para o país.
«Aqui estamos. Com bloqueio recrudescido, mas aqui estamos», ressaltou o presidente, e destacou o contexto de sessões da Assembleia Nacional do Poder Popular, nas que, afirmou, «vamos discutir também possíveis saídas a esta situação; que não são saídas mágicas, todas têm complexidades, têm riscos, mas é um caminho pelo que temos que andar para poder ir corrigindo distorções, problemáticas».
Enfatizou que a base principal de nossos problemas é o bloqueio; uma causa, apontou, que «não a podemos tirar porque não depende de nós», e apesar da qual «é preciso trabalhar nas demais coisas».
O Reverendo Dr. Jerry Pillay afirmou que «é uma alegria e um privilégio estar aqui hoje com vocês. Esta é minha segunda visita a Cuba, e mais uma vez temos sido tratados maravilhosamente».
O líder religioso comentou que esta é a primeira vez que chega à nação caribenha em condição de secretário-geral do CMI. «Muito obrigado – manifestou – por reconhecerem o papel que temos estado desempenhando no apoio a Cuba em todas suas lutas».
O Reverendo falou de quão explícitos eles foram, «e não somente temos sido contra o bloqueio: também nos temos oposto à inclusão de Cuba na lista de países que patrocinam o terrorismo».
«Vir aqui a Cuba e experimentar o que temos experimentando nos confirma, mais uma vez, naquilo que acreditamos e no que não acreditamos», sublinhou o líder religioso, que aproveitou o encontro para valorizar a realidade cubana: «Queria lhes agradecer, principalmente, pela liberdade de religião que existe neste país».
No encontro, acompanharam Díaz-Canel o chefe do Departamento Ideológico e membro do secretariado do Comité Central do Partido, Rogelio Polanco Fuentes; bem como Caridad Diego Bello, chefa do Gabinete de Atenção aos Assuntos Religiosos, do Comité Central do Partido.







