
Reclamar o justo não para diante de fronteiras, gases lacrimogênios nem manipulações midiáticas. Não é necessário estar na Gaza destruída com tamanho assanhamento, para sentir dor; nem no campus da Universidade da Columbia, para acompanhar os estudantes estadunidenses os quais estão exigindo nestes dias, a seu Governo, parar o genocídio.
Os estudantes universitários cubanos bem sabem disso, pois também abraçam, sem dúvida, a luta a favor de uma Palestina livre.
Agir de outra forma é não sermos consequentes com o conceito de Julio Antonio Mella de que, «quem não luta é aliado do inimigo, já que é um braço que está faltando na ação no momento em que todos devem lutar. Quem fica indiferente corre o perigo de morrer por causa de uma bala perdida».
Para dar voz aos que a perderam e dar um rosto à verdade, nesta quinta-feira, 2 de maio, em várias universidades da Ilha, como o Instituto Superior das Relações Internacionais (ISRI); a Universidade das Ciências Pedagógicas Enrique José Varona; e as universidades das Ciências Médicas de Camagüey, Granma e Havana, os jovens deixaram bem claro que «desde o rio e até o mar, a Palestina vencerá».
Nem a Federação dos Estudantes Universitários (FEU) nem Cuba serão cúmplices de atitudes hipócritas e incapazes de parar o extermínio.







