
Estamos vivendo tempos difíceis, mas não há um minuto sequer em que não pensemos e lutemos para seguir em frente. Não se trata de um trabalho quixotesco contra os moinhos de vento, mas da convicção da Revolução de vencer.
Essa batalha envolve estar ao lado daqueles que produzem a partir da terra, daqueles que estão na indústria em busca de uma solução ou na pesquisa científica, seja nas universidades ou em um centro de produção.
Ontem, nas montanhas de Yateras e em San Luis, o presidente cubano conversou com os moradores, explicou a situação do país, aprendeu, como já disse em outras ocasiões, com as experiências de homens e mulheres que não esperam o fim do bloqueio ou a chegada de um carregamento de matérias-primas, para criar e vencer.
Foi isso que ele chamou, ali, de um povo despido de derrotismo.
No mesmo dia, outro diálogo, como o que todos nós temos em casa, sobre o tema dos incômodos apagões, foi realizado no podcast Desde la Presidencia, que é como se o presidente estivesse sentado em nossa sala de estar com seus convidados. Um dos problemas mais prementes do país foi discutido, sem qualquer restrição: as dificuldades do Sistema Elétrico Nacional.
O primeiro-ministro esteve em Mayabeque, em intercâmbios semelhantes, sobre o que a ciência pode contribuir para a solução dos principais problemas da vida da nação.
Talvez não tenhamos eletricidade suficiente agora, mas Cuba é uma fonte de energia; pela firmeza, pela maneira como a liderança do país incentiva o povo a participar da defesa e da construção do socialismo ao qual aspiramos.







