
O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, fez um apelo para que se mantenham informados e cumpram as diretrizes emitidas pela Defesa Civil de Cuba, ao advertir, na terça-feira, 2 de julho, que Cuba não será diretamente impactada pelo forte furacão Beryl; embora, disse, durante sua passagem pelos mares ao sul da Ilha, alguns de seus efeitos serão sentidos.
Também expressou sua solidariedade com nossos irmãos e irmãs do Caribe. «Contem com Cuba para o que precisarem», escreveu o presidente, referindo-se ao impacto das fortes chuvas e ventos nas Ilhas Windward, Granada, Ilha Carriacou, República Dominicana, Jamaica e Porto Rico.
O chefe do Estado-Maior Nacional da Defesa Civil de Cuba, general-de-divisão Ramón Pardo Guerra, indicou algumas ações para enfrentar a situação meteorológica.
«O movimento do furacão Beryl pelos mares ao sul do leste de Cuba na quarta-feira, 3 de julho, causará tempestades em ambas as costas do nosso arquipélago, que, a partir da tarde, serão fortes, com enchentes costeiras leves a moderadas», disse Elier Pila Fariñas, especialista chefe do Centro de Previsão do Tempo, do Instituto Meteorológico, ao Granma Internacional.
Acrescentou que, devido à influência das nuvens externas associadas à circulação desse intenso organismo ciclônico tropical, no final da tarde e à noite as chuvas podem se estender para o sul da região central, onde não se descarta a possibilidade de chuvas fortes. Além disso, os ventos podem atingir velocidades sustentadas entre 40 e 55 quilômetros por hora, com rajadas mais altas.







