
Falar da Marca País é evocar o sinal oficial que indica a identidade e a origem nacional e no qual se condensam os princípios, o patrimônio cultural e as qualidades únicas da nação cubana.
Adotá-la, diz a lei, fortalece a identificação visual do país e transmite uma imagem de acordo com o modelo de sociedade que nos caracteriza; por isso, designar a autoridade com poderes para permitir seu uso adequado, bem como para se encarregar do controle, vigilância, promoção e proteção desse signo em Cuba e no exterior, era um assunto inadiável que se concretizou em 22 de julho, na presença do membro do Bureau Político do Partido e primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz.
Assim foi constituído, em uma cerimônia realizada no emblemático Hotel Nacional, o Conselho da Marca País, encarregado de posicionar e defender o uso correto desse conceito visual da nação, em um ambiente globalizado e altamente competitivo, e que é um passo adiante em direção a essa identidade «tangível, sólida, comunicável e vantajosa», destacou Marrero Cruz.
O primeiro-ministro enfatizou que o Conselho agora tem uma tarefa longa e difícil, pois «tem a responsabilidade de proteger, promover, gerenciar, controlar e defender essa marca».
Disse que será um processo dinâmico, exigindo supervisão constante para garantir sua sustentabilidade, e para posicionar a marca, argumentou, será necessário «articular tarefas com todos os atores econômicos, sociais e políticos, a fim de contribuir para a formação da identidade».
O Conselho da Marca País tem personalidade jurídica própria e é composto por representantes dos ministérios do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro (Minvec), das Relações Exteriores (Minrex) e do Turismo (Mintur), além de entidades como a Câmara do Comércio de Cuba, o Gabinete Nacional de Design e o Escritório de Propriedade Industrial de Cuba, entre outros.







