
«Caro amigo, para nós é um grande prazer sua visita, que é a reafirmação das relações históricas que existem entre nossos parlamentos, governos e povos», assegurou na noite de quarta-feira o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, a Peter Katjavivi, presidente da Assembleia Nacional da Namíbia.
No diálogo, que ocorreu minutos depois que o presidente do Conselho de Defesa Nacional retornou de uma visita à província de Guantánamo, o líder cubano disse que «esses intercâmbios parlamentares apoiam e fortalecem os laços bilaterais entre nossos governos».
De maneira especial, o chefe de Estado reiterou ao ilustre visitante suas condolências pela perda física do presidente Hage Geingob, falecido em fevereiro deste ano, a quem considerava «um excelente amigo de Cuba», que «seguiu a linha de amizade fundada pelos líderes de ambas as nações, Sam Nujoma e Fidel Castro».
Díaz-Canel agradeceu ao seu interlocutor pelo «apoio histórico da Namíbia à luta de Cuba contra o bloqueio» no cenário internacional, e também comentou sobre o carinho que o povo namibiano tem com cada delegação cubana que visita esse país irmão.
Também expressou seu profundo carinho pela relação que os namibianos que estudaram em nosso país mantêm com Cuba, muitos dos quais, lembrou, ocupam atualmente cargos importantes no governo dessa nação africana e «são promotores dos laços de amizade entre nossos povos e contribuem para seu fortalecimento».
«É um prazer recebê-los em Cuba», enfatizou.
O presidente da Assembleia Nacional da Namíbia, que está em visita oficial ao nosso país desde o último sábado, agradeceu ao líder cubano pela oportunidade da reunião: «Sentimo-nos bem-vindos, apesar dos desafios que Cuba está enfrentando no momento».
Esse gesto, enfatizou, é «um testemunho das relações estreitas que existem entre nossos dois países».
Durante sua estada na Ilha major das Antilhas, onde chegou à frente de uma delegação de parlamentares namibianos de diferentes partidos, Peter Katjavivi manteve conversações oficiais com seu colega cubano, o membro do Bureau Político Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular e do Conselho de Estado.









