
No contexto do terceiro dia da 6ª Conferência Internacional Pelo Equilíbrio do Mundo, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, conversou com vários dos participantes desse encontro mundial, que reúne delegados de 98 países, no Palácio das Convenções de Havana.
A primeira dessas reuniões foi com Rander Peña, vice-presidente deos Assuntos Internacionais do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), na qual trocaram ideias sobre os desafios atuais da região, diante dos quais é cada vez mais necessário fortalecer a integração e os mecanismos existentes para esse fim.
Irene Montero, deputada do Parlamento Europeu pelo partido espanhol da esquerda Podemos, foi então recebida pelo hefe de Estado, que destacou o fato de que o diálogo de Cuba com a União Europeia foi mantido, apesar das tentativas de interrompê-lo.
Por sua vez, a deputada, que também é uma importante ativista dos direitos das mulheres, esteve interessada na situação atual da Ilha, como resultado do bloqueio imposto pelo governo dos EUA.
Irene comentou sobre as consequências que as ações da nova administração de Donald Trump poderiam ter, tanto para Cuba quanto para o mundo.
Na manhã de quinta-feira, 30 de janeiro, o presidente Díaz-Canel também conversou com o escritor, cientista político e ativista norte-americano David Adler, coordenador-geral da Internacional Progressista, que descreveu a Conferência Internacional como um espaço transcendental para compartilhar estratégias de resistência cubana diante da avalanche de pressões que chegam à Ilha vindas de seu país, estratégias que podem contribuir muito para a região.
Nesse sentido, o líder cubano enfatizou a importância de unir forças para que nossos povos possam enfrentar as agressões imperialistas.
O líder cubano chamou Dessima Williams, presidente do Senado de Granada, com quem já se reuniu em ocasiões anteriores, de «uma verdadeira amiga e irmã de Cuba. Estamos na presença de uma lutadora incansável e defensora de causas justas», disse o presidente.
Depois de agradecer a oportunidade de ser recebida pelo presidente cubano, Dessima Williams considerou esta Conferência «muito importante e decisiva para enfrentar os desequilíbrios que o mundo vive atualmente».
Em seguida, Díaz-Canel intercambiou com Feitas Benlakehal, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade com Cuba, na Assembleia Nacional Popular da Argélia, e destacou as relações históricas que unem os partidos e parlamentos de ambas as nações, e ratificou a vontade de continuar fortalecendo-as e aprofundando-as.
Em seguida, o presidente cubano falou dos laços de amizade e fraternidade que existem entre Cuba e Rússia com Dmitri N. Novikov, primeiro vice-presidente do Comitê das Relações Internacionais da Duma e coordenador do Grupo Parlamentar de Amizade Rússia-Cuba.
Depois de enviar «saudações afetuosas ao presidente Putin, ao presidente da Duma russa e a todos os nossos amigos russos», Díaz-Canel elogiou as excelentes relações existentes entre os dois países, o que possibilitou a obtenção de “«importantes consensos em questões de cooperação».
«Somos gratos pela constante denúncia do bloqueio contra Cuba e sua inclusão na lista de supostos patrocinadores do terrorismo», disse.
Ao finalizar as reuniões, o líder cubano conversou com Consolee Uwimana, vice-presidente da Frente Patriótica de Ruanda, a quem também agradeceu pelo apoio dado por esse país à luta contra o injusto bloqueio imposto pelo governo dos Estados Unidos e pela exclusão de Cuba da lista de nações supostamente patrocinadoras do terrorismo, não apenas pelo Parlamento e pelo governo de Ruanda, mas também pela União Africana.
«Esses são fatos que mostram os laços históricos que nos unem e a vontade comum de consolidá-los», enfatizou.
Em todas essas reuniões, o presidente da República foi acompanhado pelo membro do Bureau Político, Roberto Morales Ojeda, secretário de Organização do Comitê Central, e por Emilio Lozada García, chefe do Departamento das Relações Internacionais.













