
Na Geração Histórica da Revolução há uma coerência insuperável entre o que diz, pensa e faz, o que, somado à sua visão clara e objetiva da realidade cubana, faz de suas ideias uma fonte instrutiva e insubstituível de sensibilidade, respeito pelo povo e maturidade política.
Com a transparência, a retidão e a humildade que o caracterizam, e com sua excepcional capacidade de chamar as coisas pelo nome correto, Raúl nunca deixou de demonstrar isso em um só segundo de sua vida.
NÃO SE DEVE BRINCAR COM A DEFESA!
«Nossos planos de defesa, ao contrário, são transparentes e legais, simplesmente porque não atacam ninguém, seu único objetivo é garantir a soberania e a independência da pátria, não violam nenhuma lei internacional ou nacional».
-Entrevista com o jornalista Lázaro Barredo, 17 de agosto de 2006.
«Assim como vencemos todas as batalhas, tanto em Cuba quanto no cumprimento de nosso dever internacionalista, derrotaremos o inimigo que tentar se agachar em nossas fileiras, consolidaremos cada vez mais a Revolução e nos tornaremos mais fortes em todos os fronts».
-Discurso na cerimônia de comemoração do 45º aniversário da fundação do Exército Oriental, 14 de junho de 2006.
«(...) continuaremos consolidando a invulnerabilidade militar da nação com base na concepção estratégica da Guerra de Todo o Povo (...) Esse tipo de guerra popular, como tem sido repetidamente demonstrado na história contemporânea, é simplesmente imbatível».
-Discurso na cerimônia de comemoração do 50º aniversário do desembarque dos expedicionários do iate Granma, 2 de dezembro de 2006.
PENSANDO EM UM PAÍS DE FORMA OBJETIVA
«Alguns, influenciados pela propaganda inimiga ou simplesmente confusos, não percebem a existência real do perigo ou o fato real de que o bloqueio tem um impacto direto, tanto nas grandes decisões econômicas quanto nas necessidades mais básicas de cada cubano. Ele nos sobrecarrega direta e diariamente em termos de alimentação, transporte, moradia e até mesmo em termos de não ter as matérias-primas e os equipamentos necessários para o trabalho».
-Comemoração do 54º aniversário do ataque aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, 26 de julho de 2007.
«Hoje é um objetivo estratégico avançar de forma coerente, sólida e bem pensada, até que os salários recuperem seu papel e o padrão de vida de cada pessoa esteja diretamente relacionado à renda que recebe legalmente, ou seja, à importância e à quantidade de trabalho que contribui para a sociedade».
«Em relação às dificuldades que o país enfrenta internamente, a determinação das prioridades e do ritmo de sua solução será invariavelmente baseada nos recursos disponíveis e em uma análise minuciosa, racional e colegiada, pelos órgãos competentes do Partido, do Estado ou do Governo e, nos casos em que for necessário, após consulta direta com os cidadãos relevantes em qualquer setor da sociedade, e até mesmo com todo o povo, se for uma questão de grande importância».
-Discurso na sessão constitutiva da 7ª Legislatura da Assembleia Nacional do Poder Popular, 24 de fevereiro de 2008.
«No socialismo, é indispensável que, nos planos econômicos, a alocação de recursos seja estritamente ajustada à renda disponível. Não podemos aspirar a dois mais dois é igual a cinco; dois mais dois é igual a quatro; ao contrário, às vezes, no socialismo, dois mais dois é igual a três».
-Discurso de encerramento da 1ª sessão ordinária da 8ª Legislatura da Assembleia Nacional do Poder Popular, 11 de julho de 2008.
SEM ESTAGNAÇÃO OU ESQUEMATISMO
«Conhecemos as tensões a que os líderes estão sujeitos, especialmente na base, onde as necessidades acumuladas e os recursos disponíveis quase nunca coincidem».
«É necessário trabalhar com senso crítico e criativo, sem ficar estagnado ou esquematizado. Nunca devemos acreditar que o que fazemos é perfeito e nunca mais devemos revisá-lo».
-Comemoração do 54º aniversário do ataque aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, 26 de julho de 2007.
«Aqueles que ocupam cargos de liderança devem saber ouvir e criar o ambiente certo para que os outros se expressem com absoluta liberdade. Isso é algo que deve ser definitivamente incorporado ao estilo de trabalho de todo líder».
-Discurso no encerramento da sessão ordinária da 6ª Legislatura da Assembleia Nacional do Poder Popular, 28 de dezembro de 2007.
PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: A PRINCIPAL TAREFA
«Para ter mais, devemos começar produzindo mais e com senso de racionalidade e eficiência, para que possamos reduzir as importações, em primeiro lugar, de alimentos que são produzidos aqui, cuja produção nacional ainda está longe de satisfazer as necessidades».
«Estamos diante do imperativo de fazer com que a terra que existe produza mais, com tratores, com bois, como se fazia antes de existir o trator; de generalizar o mais rápido possível, mas sem improvisação, cada experiência de produtores excepcionais, (...) e estimular adequadamente o trabalho árduo que eles fazem (...)».
-Evento comemorativo do 54º aniversário do ataque aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, 26 de julho de 2007.
«A produção de alimentos deve ser uma tarefa importante para os líderes do Partido; devem estar cientes de que, no momento, e na medida em que for possível vislumbrar o futuro, é uma questão de segurança nacional máxima».
-Discurso no encerramento da 6ª Sessão Plenária do Comitê Central do Partido, 28 de abril de 2008.
NÃO NEGLIGENCIAREMOS A UNIDADE NEM POR UM MOMENTO
«Há muitas batalhas simultâneas que exigem a coesão de forças para manter a unidade do povo, a principal arma da Revolução, e para aproveitar o potencial de uma sociedade socialista como a nossa».
«O medo das dificuldades e dos perigos não tem lugar entre nosso povo, que nunca baixará a guarda contra seus inimigos. Essa é a principal garantia de que em nossas praças e, se necessário, também nas trincheiras, nesta terra, sempre ouviremos: Viva a Revolução! Viva Fidel!»
-Ato comemorativo do 54º aniversário do ataque aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, 26 de julho de 2007.
«Continuaremos realizando tudo o que foi acordado, sem pressa, mas sem pausa, com a abrangência e a gradualidade necessárias, sem pressa ou improvisação, contribuindo para superar a velha mentalidade dogmática e corrigindo em tempo hábil quaisquer erros que possamos cometer. Não descuidaremos, nem por um momento, da unidade da maioria dos cubanos em torno do Partido e da Revolução, unidade essa que nos ajudou a chegar até aqui e a seguir adiante na construção de nosso socialismo».
-Discurso na 8ª sessão ordinária da Assembleia Nacional do Poder Popular, 23 de dezembro de 2011.







