A Palestina sofre. E Cuba — certa de que o sofrimento compartilhado entre irmãos e irmãs é amenizado — se une a ela em seu apelo pela paz. Há milhões de homens, mulheres, idosos e crianças para os quais não há clareza além do som das bombas explodindo. O sionismo colocou sua mão assassina sobre Gaza, e o mundo não pode permanecer em silêncio diante dessa barbárie.
A voz da Ilha, sempre apoiando a justiça e defendendo a vida, não será contaminada pela voz daqueles que escolheram ficar do lado daqueles que se deixam cegar pelo poder.
Quando se trata de fazer o bem, parar o derramamento de sangue e restaurar a dignidade, todo silêncio é cúmplice. Com essa certeza, milhares de cubanos se reuniram em 9 de outubro na Tribuna Anti-imperialista José Martí, em Havana, para exigir, mais uma vez, o fim deste crime horrendo que ceifou vidas, sem deixar espaço para a esperança.
Enquanto isso, atos de solidariedade acontecem no resto do país, com a firme convicção de que não haverá justiça naquela região até que as pessoas parem de morrer nas mãos do ódio visceral e da ambição.







