«Expressamos nossa solidariedade a este povo irmão e, especialmente, ao seu presidente, Nicolás Maduro», assegurou o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez
Photo: Ahmed Velázquez
A Venezuela, pátria de Simón Bolívar e Hugo Chávez, nação irmã da América do Sul atualmente alvo de cerca de 1.200 mísseis dos EUA, acompanhados de um vasto destacamento militar, não pode e não se sentirá sozinha, enquanto Cuba a abraça em meio a essa grave escalada de guerra, que busca subjugá-la.
«No momento em que o império e seu líder equivocado aprovam operações secretas da CIA contra a Venezuela, expressamos nossa solidariedade a esse povo irmão e, especialmente, ao seu presidente», Nicolás Maduro, assegurou o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em X.
«Hoje, Cuba se lembra mais do que nunca das palavras de José Martí: 'De-me a Venezuela algo para servir, ela tem um filho em mim', e de Fidel: 'Devemos dar tudo pela Venezuela'».
É o que também sente o povo da Ilha maior das Antilhas, que acordará esta manhã em solidariedade com aquele país, diante da estátua equestre de Simón Bolívar, sabendo que, tal como disse o Libertador, «os Estados Unidos parecem destinados pela Providência a atormentar a América com a miséria em nome da liberdade».
Esse é um projeto que proporciona soberania tecnológica, uma vez que, em caso de obsolescência, quebra ou bloqueio, soluções rápidas podem ser fornecidas, pois se trata de uma interface desenvolvida no país