ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
O povo de Cienfuegos condenou este ato imperialista. Photo: Julio Martínez Molina
Ontem, 4 de janeiro, foi, sem dúvida, mais um dia intenso de solidariedade com a Venezuela e de denúncia do golpe imperial contra a soberania conquistada pela livre determinação de seu povo.
 
Com esse objetivo, os residentes de Guantánamo marcharam até a Plaza de la Juventud para exigir: «Tirem as mãos da Venezuela». A multidão condenou o ataque militar dos Estados Unidos contra a pátria bolivariana e repudiou o sequestro do presidente legítimo do país, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores.
 
Do palanque, Digler Ortiz, coordenador dos Comitês de Defesa da Revolução no território, exigiu respeito à soberania e independência da Venezuela e condenou aqueles que, sem razão ou direito, a atacam.
 
A reconstituição da passagem da Caravana da Liberdade por Las Tunas, 67 anos depois, tornou-se uma demonstração de solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela e seu povo, a partir da Plaza Martiana, na capital da cidade.
 
No evento político-cultural, várias vozes se fizeram ouvir, como a de Carlos Alberto Suárez Arcos, professor universitário, que afirmou: «Nesta terra que prefere ser queimada a ser escravizada, estamos dispostos a fazer qualquer coisa por Cuba, Venezuela e qualquer nação que precise de nós».
 
A afronta flagrante à soberania do povo venezuelano e a tentativa grosseira do imperialismo estadunidense de saquear o petróleo e outros recursos naturais daquele país também foram denunciadas pela população de Cienfuegos, reunida em frente à emissora de rádio provincial Radio Ciudad del Mar.
 
No ato de reafirmação da solidariedade e da plataforma anti-imperialista, foi reafirmado que a Venezuela é um Estado livre e democrático que se defenderá dessa agressão por todos os meios e com todos os recursos à sua disposição.
 
Uma reunião semelhante ocorreu no Mausoléu dos Mártires de Ártemisa, onde o povo revolucionário chegou, sem conseguir parar de denunciar, com indignação, esse novo ataque do imperio.