Com o exemplo de Fidel abrindo caminho e a Venezuela em nossos corações
«Tudo o que é nobre e útil que une homens que compartilham uma pátria, ideais, batalhas e sentimentos, nos une aos 32 heróis cubanos que tombaram lutando bravamente em defesa da soberania de nossa nação irmã, a Venezuela», declarou o presidente cubano no X
Photo: Juvenal Balán
A história somava 67 dias de janeiro e, mais uma vez, a multidão parecia estar ouvindo Fidel, quando, naquele sexto dia do ano, o jovem líder rebelde discursou para o povo de Santa Clara, em uma parada da Caravana da Liberdade.
Hermes Germán Aguilera Pérez, primeiro-secretário do Comitê Provincial da União dos Jovens Comunistas (UJC) no território, evocou o legado dos heróis que restauraram nossa soberania, ao mesmo tempo em que proclamou solidariedade irrestrita à irmã República Bolivariana da Venezuela, atualmente sitiada pelos Estados Unidos.
Também em 6 de janeiro, com notável orgulho patriótico pelos 67 anos que se passaram desde a chegada da Caravana da Liberdade, liderada por Fidel, a Sancti Spíritus, e ao mesmo tempo com visível indignação pela covarde agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, milhares de pessoas de Sancti Spíritus reuniram-se novamente em seu emblemático parque Serafín Sánchez Valdivia, no centro da cidade.
A euforia e a alegria que, ano após ano, colorem este dia da cidade colonial, deram lugar agora a um clamor de unanimidade popular para condenar o ataque contra a nação irmã bolivariana e o sequestro de seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, juntamente com sua esposa, Cilia Flores, além de reafirmar a homenagem de toda a nação aos 32 combatentes das Forças Armadas Revolucionárias (FARs) e do ministério do Interior (Minint) que morreram heroicamente, defendendo a soberania da terra de Bolívar e Chávez.
A comemoração da passagem da caravana por Cienfuegos também teve nuances de compromisso e denúncia.
Anisley Cordero González, primeira-secretária do Comitê Provincial da União da Juventude Comunista (UJC), declarou: «Desta plataforma, a juventude de Cienfuegos levanta a voz para denunciar, perante o mundo, o covarde sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua companheira Cilia Flores. Este ato de pirataria política é um golpe do imperialismo, que não poupa a dignidade dos povos que escolhem ser livres».
E ao elogiar a atitude dos 32 mártires cubanos que tombaram em solo venezuelano, eassegurou: «Não daremos um único passo para trás».
Esse é um projeto que proporciona soberania tecnológica, uma vez que, em caso de obsolescência, quebra ou bloqueio, soluções rápidas podem ser fornecidas, pois se trata de uma interface desenvolvida no país