Página do jornal Revolución, publicada em 17 de abril de 1961, em homenagem ao jovem miliciano Eduardo García Delgado, morto dois dias antes nos bombardeios aos aeroportos cubanos, que serviram de prelúdio para a invasão da Baía dos Porcos. Antes de morrer, Eduardo escreveu, com o próprio sangue, um nome: Fidel.
Photo: Arquivo do GranmaEle era jovem,
O futuro estava em suas mãos.
de uma nova terra.
Ele era pobre,
Ele conhecia o suor que é colhido.
Com as costas cansadas e os bolsos vazios.
Ele era um patriota;
Cuba e a Revolução foram para ele
Uma realidade.
Ele morreu dilacerado por estilhaços de munição ianque.
Esse é um projeto que proporciona soberania tecnológica, uma vez que, em caso de obsolescência, quebra ou bloqueio, soluções rápidas podem ser fornecidas, pois se trata de uma interface desenvolvida no país