ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Photo: Ricardo López Hevia
Como um homem vive mesmo depois de sua morte? Como ele permanece? Como existe?
 
Essas podem ser as perguntas de alguém que não o conheceu, ou que, por causa do ódio e da cegueira que Fidel Castro inspira, se recusou a conhecê-lo. Mas existe um caminho pelo qual um homem se torna eterno, no qual um século de existência é apenas um breve período comparado à eternidade que o acompanha.
 
É raro, mas quando acontece, o sentimento que sustenta essa sobrevivência é tão forte que nenhuma força conhecida consegue arrancá-lo do coração das pessoas. Porque é de lá que vem, do coração, desse lugar onde nascem seres excepcionais, aqueles que vivem mais pelos outros do que por si mesmos, aqueles que fazem da dor alheia a sua própria, aqueles que não pedem justiça, mas lutam por ela até o último suspiro, aqueles que sempre acreditam no triunfo, não na sorte, mas no valor do sacrifício infinito para alcançá-lo.
 
Quando um povo tem um filho assim, um irmão assim, um pai assim, recusa-se terminantemente a deixá-lo desaparecer na névoa eterna do tempo, e o transforma em sol e céu, e lhe dá o privilégio de perdurar porque esse povo pode, porque quer, e não há ninguém que lhe negue esse direito.
 
Photo: Dunia Álvarez Palacios
Quem conquista o coração de um povo, o faz de uma vez por todas, porque os povos nobres e corajosos também são gratos, sinceros, recíprocos e incapazes de esquecer.
 
Portanto, se alguém ainda se faz essas perguntas (Como um homem vive mesmo depois de si? ​​Como ele permanece? Como ele existe?), podemos responder, do fundo do coração e do pensamento, que este não é um homem qualquer, que aquele que perdura e atravessa o tempo com seus passos é Fidel Castro Ruz, e que a mera menção de seu nome em qualquer recanto deste planeta incorpora muito do que há de mais elevado, transparente e justo na condição humana.
Photo: Juvenal Balán
Photo: Ismael Batista
Photo: Juvenal Balán
Photo: Ricardo López Hevia