«Glória ao povo corajoso que o jugo lançou»
Nicolás Maduro Moros e a união cívico-militar derrotou em 23 de fevereiro a manobra montada na fronteira da Colômbia
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Nicolás Maduro Moros e a união cívico-militar derrotou em 23 de fevereiro a manobra montada na fronteira da Colômbia
A incapacidade do Governo dos Estados Unidos de, ao menos, reconhecer por seu nome o ataque terrorista contra a Embaixada cubana em Washington, põe a nu «uma atitude perigosa, que pode ser assumida como um endosso a este flagelo»
Passados 26 dias do ataque armado contra a Embaixada cubana em Washington, o Governo de Cuba reiterou sua denúncia acerca do silêncio das autoridades norte-americanas a respeito desses graves fatos.
O conselheiro de Segurança dos EUA, John Bolton, em 20 de setembro passado, anunciou que o presidente Donald Trump assinou o plano da nova Estratégia de Cibernética Nacional que autoriza oficialmente o governo estadunidense fazer ataques cibernéticos ofensivos.
Como sempre, eles falham na análise: é bem possível que qualquer outro país do mundo tivesse cedido a tamanha ofensiva oportunista de cerco econômico, mas estamos falando de Cuba, e não entendendo a essência que a história mostra, e sustentada por anos de resistência, que é impossível render pela força esta Ilha indomada, ou enganá-la com falsas seduções, isso os levará mais uma vez ao fracasso vergonhoso
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, informou em 28 de julho, que seu país apresentará, perante o secretário-geral da ONU, uma queixa contra a Colômbia, pelo ataque vandálico ocorrido recentemente contra o consulado do seu país em Bogotá
Na falta de argumentos reais e órfãos de ideias saudáveis e construtivas, eles recorrem à difamação para diluir qualquer contato positivo entre as duas nações
Nicolás Maduro, recém nomeado pela cadeia Al-Mayadeen como personalidade internacional de 2019, por defender a causa palestina e denunciar a ocupação israelense, tem sido um seguidor digno do trabalho revolucionário de Chávez
A princípios do século passado, Edward L. Bernays, publicitário, jornalista e inventor da teoria das relações públicas, considerado o pai da propaganda moderna e da engenharia do consenso nos EUA, afirmava em um dos seus escritos: «A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões das massas é um elemento de importância na sociedade democrática.
O secretário de Estado, através da guerra econômica e da constante ameaça de agressão, tenta criar sentimentos de insegurança, pavor e ansiedade, e levar o povo iraniano ao limite da resistência, para provocar a queda de um governo ao qual os EUA consideram seu inimigo