Artigo de Fidel
Lutar pela paz é o dever mais sagrado de todos os seres humanos
O líder histórico da Revolução Cubana, destaca a importância singular do encontro entre o papa Francisco e Sua Santidade Kirill
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O líder histórico da Revolução Cubana, destaca a importância singular do encontro entre o papa Francisco e Sua Santidade Kirill
Como resultado da sabotagem ao vapor La Coubre, em 4 de março de 1960, mais de cem cubanos perderam suas vidas, entre estivadores, trabalhadores portuários e soldados do Exército Rebelde. Granma lembra a data com fragmentos das palavras de Fidel no funeral das vítimas
TALVEZ o império acreditou que nosso povo não honraria sua palavra quando, em dias incertos do passado século, afirmamos que se inclusive a URSS desaparecesse Cuba continuaria lutando.
Uma enorme ignorância envolve não só esta, mas também suas infinitas formas de experiências. Inclusive as impressões digitais dos gêmeos univitelinos, nascidos de um mesmo óvulo, se diferenciam ao longo dos anos
O líder histórico da Revolução cubana enviou uma missiva de reconhecimento e felicitação ao coletivo do canal multiestatal
Não precisamos que o império nos entregue nada de presente. Nossos esforços serão legais e pacíficos, porque é nosso compromisso com a paz e a fraternidade de todos os seres humanos que vivemos neste planeta
O líder da Revolução Cubana precisa que não deixaremos nunca de lutar pela paz e o bem-estar de todos os seres humanos, independentemente da cor da pele e o país de origem de cada habitante do planeta
«Quem acreditaria naquela noite de 9 de abril, em meio a terror e sangue, em meio a luto e tristeza, que antes de oito meses a pátria estaria livre, que antes de oito meses os criminosos teriam sido derrotados, que antes de oito meses aquela matilha de lobos vorazes — tão bravos quando andavam na rua assassinando pessoas indefesas..
O dia 17 de junho marca o 114º aniversário da morte de um dos heróis mais queridos das lutas pela independência cubana, Máximo Gómez, um cubano merecido, como Fidel o chamou
Excertos do discurso proferido na noite solene, em memória do Comandante Ernesto Che Guevara, na Praça da Revolução, em 18 de outubro de 1967