A chacina precisa acabar
«No dia em que as gerações futuras perguntarem por que não impedimos o holocausto, não teremos uma resposta digna e razoável», disse o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez em uma mensagem no X
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«No dia em que as gerações futuras perguntarem por que não impedimos o holocausto, não teremos uma resposta digna e razoável», disse o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez em uma mensagem no X
Sermos bloqueados continua sendo o preço pago por nós, que nos declaramos livres e soberanos
Um grupo de deputados do Parlamento Europeu, reunido desde 8 de junho na sede daquela entidade, na cidade francesa de Estrasburgo, voltou a apresentar um espetáculo midiático
O refúgio de Edmundo González na praça antivenezuelana da Espanha não é tão surpreendente quanto o reconhecimento oficial do candidato derrotado é ultrajante
A situação atual e a manipulação da Ucrânia por parte do Ocidente nos obrigam a meditar e apostar na paz como único caminho a seguir. Vale a pena, então, voltar à Reflexão de Fidel, O Inverno Nuclear, na qual ele advertiu o que uma guerra entre os Estados Unidos e a então União Soviética com o uso dessas armas poderia ter significado para o mundo
«Transcorreram 20 anos com milhares de mortes e bilhões de dólares em despesas para confirmar que os Estados Unidos não têm o direito de governar o destino do Afeganistão ou de qualquer país soberano», escreveu na terça-feira, 17 de agosto, o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, em sua conta no Twitter
Todo dia 8 de dezembro, comemora-se uma data que estabeleceu um rumo de solidariedade, unidade e respeito mútuo que deve ser preservado
Trump, Bolsonaro e Macri tentam unir esforços para que em 27 de outubro, dia das eleições presidenciais, não tenha lugar o que já foi chamado de «nascimento de outra Argentina»
Não se trata apenas de simples avaliações para culpar o governo dos EUA pelo que está acontecendo atualmente na Ucrânia, mas há declarações que se limitam muito levianamente à afirmação de que «foi a Rússia que atacou a Ucrânia»
O ministro das Relações Exteriores Bruno Rodríguez Parrilla escreveu em seu Twitter que a administração norte-americana «mente para justificar as medidas criminosas de bloqueio que violam os direitos humanos do povo cubano»