Enquanto pedem respeito e paz, os EUA negam o genocídio
Cuba exigiu na ONU que não se mantenha inerte diante do massacre em andamento
114 resultados.
Cuba exigiu na ONU que não se mantenha inerte diante do massacre em andamento
As vozes de solidariedade de todo o mundo vêm acompanhadas de condenações ao plano dos Estados Unidos e da exigência de levantamento do bloqueio
À maneira de lembrete: Em 23 de dezembro de 2016 o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade, apenas com a abstenção dos Estados Unidos, uma resolução que textualmente condena a política israelense de estabelecer assentamentos em terra palestina
Dois anos é um tempo razoável para nos avaliarmos e sabermos quanto e como cumprimos o compromisso assinado pelos cubanos para transformar o Conceito da Revolução em realidade, legado de Fidel e herança inseparável do nosso presente e futuro
Cada dia centenas de milhares de crianças são afetadas por guerras ou por sanções econômicas impostas por Washington contra países cujos governos não são compatíveis com o modelo que querem implementar
Hoje, em 2019, a mídia é mais poderosa. Os recursos para pagar mercenários ao serviço da mentira contra Cuba são grandes. Mas o propósito dos Estados Unidos é o mesmo de 1959: destruir a Revolução
A vitória esmagadora do candidato do Movimento ao Socialismo (MAS), Luis Arce, que superou em mais de 20 pontos o mais próximo candidato, fez fracassar a ilusão da direita de unir suas forcas para vencer no segundo turno eleitoral
Quando as causas buscam a emancipação de povos inteiros, do lado da justiça, os homens e as nações são o mesmo exército
No padrão das administrações norte-americanas, Cuba viola os direitos humanos porque conseguiu resistir mais de 55 anos de cruel bloqueio imposto por Washington, precisamente com o objetivo de sufocar o povo através da fome
A notícia, ainda que pareça incrível, foi imprescindível para começar este comentário • O mercado dos escravos na Líbia, junto a outras atrocidades que são cometidas contra emigrantes africanos, faz parte do que a Organização Internacional de Migrações chamou de «um vale de lágrimas»